Ajude-nos a Combater a Barbárie. Pratique os 12 Princípios

Civilização origina-se da palavra romana “civitas”, a cidade romana, caracterizada pelo seu dinamismo onde milhões de pessoas trocavam produtos e serviços de forma voluntária e espontânea, sem moralismos. Valia tudo, desde que fosse livremente combinado em paz entre as partes.

 

A civitas romana é o fundamento de qualquer ideia de civilização e sua marca fundamental é o respeito ao segundo, ao terceiro, ao quarto, ao sétimo e ao oitavo Princípios Universais:

 

II- Não mate, salvo em justa defesa. Arme-se;

III- Não roube, não cobice, nem interfira nos negócios pacíficos alheios;

IV- Não minta, salvo em justa defesa;

VII- Perdoe as palavras e os pensamentos vãos;

VIII- Não mude os outros, nem tente mudar outras pessoas por meio da violência.

 

Isso era tão verdade que nenhum político romano ousava impor leis “civis” porque a Lei da civitas surgia espontaneamente da relação voluntária entre as pessoas pacíficas que nela moravam. Cabia ao juiz somente descobrir estas Leis praticadas e jamais inventá-las ou impor a lei da própria cabeça ou da cabeça de políticos no Senado. Esta é a razão do sucesso sem precedentes do Direito Romano sobre todas as culturas do mundo, inclusive, a judaica. O Direito Romano pré-imperial foi o único Direito livre dos políticos e do câncer da violência estatal. Por isso é o marco inicial de estudos de todo Direito realmente civilizado.

 

Atualmente esta ideia do Direito Romano está perdida e o Direito tornou-se instrumento da violência estatal contra todos, um cão do inferno focado em morder e dilacerar todos que ousarem a viver de forma verdadeiramente civilizada, isto é, com fundamento em acordos voluntários. Os moradores da CIVITAS, chamados “civis” cujo significado é cidadão, caracterizavam-se por viverem sem violência com fundamento em acordos pacíficos.

 

Hoje em dia, ai das partes que comprarem voluntariamente produtos e serviços em paz! Ai de quem escolher uma pessoa para viver e morar com ela em paz! Ai de quem ousar trabalhar para outra pessoa com base em algum acordo voluntário sem carteira assinada! O cão do inferno do direito dilacerará a todos, impondo regras que as partes não estabeleceram livremente entre elas!

 

E tudo por causa da democracia, a tirania dos políticos com fundamento na “vontade da maioria”. Em resumo: a barbárie legalizada.

 

A marca dos bárbaros sempre foi o desrespeito ao 2º, ao 3º, ao 4º, ao 7º e ao 8º Princípios Universais. O bárbaro quer dinheiro, então ele rouba o vizinho ou mata o vizinho e se enriquece. O bárbaro quer sexo, o bárbaro pega a pessoa próxima e a estupra. O bárbaro quer trabalhadores mais baratos, então ele invade terras e escraviza seus habitantes. O bárbaro acha errado beber vinho, então ele mata ou castiga quem bebe vinho para impor a sua moral aos outros por meio da violência. O Bárbaro ouviu algo que não gostou, então ele vai lá e mata, espanca ou estupra quem disse. O bárbaro quer convencer alguém, então ele mente ou ameaça com violência. Sempre foi assim na história do mundo, os bárbaros violam o 2º, o 3º, o 4º, o 7º e o 8º Princípios Universais com a “melhor das intenções” para o “bem de todos”.

 

Roma antiga não foi destruída pelos bárbaros. Ela foi destruída quando ela mesma abandonou a prática dos 12 Princípios Universais e se tornou tão bárbara quanto os bárbaros, escravizando outros povos, tabelando preços, legalizando o roubo, transformando o Direito em um cão dos infernos que impunha a barbárie contra todos, destruindo os fundamentos da civilização.

 

Não importa se a barbárie vem da cabeça de uma pessoa (rei ou imperador). Não importa se a barbárie vem da cabeça de várias pessoas (democracia). Não importa se ela é laica ou religiosa. A barbárie tem seus pés fincados na violência, por isso ela é essencialmente tirana, não importa a roupa que ela vista. A barbárie deve ser extinta.

 

O verdadeiro respeito e tolerância exigem a prática do segundo, terceiro, quarto, sétimo e oitavo Princípios Universais. Dúvida? Faça o teste!

II- Não mate, salvo em justa defesa. Arme-se;

III- Não roube, não cobice, nem interfira nos negócios pacíficos alheios;

IV- Não minta, salvo em justa defesa;

VII- Perdoe as palavras e os pensamentos vãos;

VIII- Não mude os outros, nem tente mudar outras pessoas por meio da violência.

 

Ajude-nos a combater a barbárie no mundo, pratique os 12 Princípios Universais.

 

SPQR.